Em 2018 escrevi sobre uma questão ainda muito atual: as empresas querem contratar mulheres de TI mas não "acham". Tenho um segredo: vão continuar não achando se seguirem com a mesma mentalidade.

O que apontei em 2018 continua: a maioria das empresas busca mulheres "prontas" - altamente qualificadas, conhecimentos em várias tecnologias, experiência no mercado, inglês fluente (no Brasil, menos de 3% da população tem esse nível aí de inglês), graduação, certificação. Até pra estágio a barra é alta. Vejo processo seletivo com tantas fases que parece que estão em busca de CEO.

Trecho do artigo: "Empresas, por favor, revejam a forma como recrutam mulheres. (...) Que tal desenvolver projetos visando capacitação técnica em conjunto com programas de treinamento hands-on dentro da empresa? (Fui chamada de louca, tá? Imagina, Silvia. Empresa não é "faculdade")

O tempo passou e o que estamos vendo hoje? Um movimento de empresas empenhadas em formar e/ou contratar mulheres iniciantes na área de tecnologia, patrocinando projetos e criando oportunidades de inclusão no mercado. O movimento ainda é tímido mas vai crescer: porque não tem mão de obra tech pra tanta demanda. Ou forma pessoas ou contrata Jr.

Ah, meu recado pra quem riu de mim: Louca, não! Querido(a), eu sou visionária!



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