Comparação gera frustração. Frustação gera desânimo. Desânimo gera estagnação.

Digo tudo isso por experiência própria. Durante anos comparei minha carreira profissional com meus/minhas colegas de faculdade e Mestrado. A carreira desse povo deslanchou enquanto eu estava em casa em tempo integral cuidando da casa e dos filhos. Eu me comparava demais.

É pedir pra sofrer né? Não tem comparação uma coisa com a outra. Tomamos rumos diferentes na vida e era impossível alcançarmos os mesmos lugares.

Resultado de tanta comparação: eu chorava, sofria, reclamava, sentia pena de mim mesma e só fugia da responsabilidade. Eu não fazia nada de significativo pra mudar o rumo da minha carreira.

Muita terapia depois, a gigante aqui acordou. Foi libertador parar de me comparar com quem esteve ao meu lado nos corredores e salas de aula da faculdade.

Passei a olhar com mais respeito para o meu passado, aceitei as minhas escolhas e hoje trabalho duro no presente para conquistar meus sonhos. O meu futuro estou construindo aqui e agora! Olhando pra mim e não para os outros.



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